Muitas destas pressões estão presente em termos que se enquadrar no estilo de vida da moda, ou pressão de resultados no trabalho, notas em escolas e faculdades, relacionamentos, na família e até mesmo dentro de nossas igrejas.
Mas pensem comigo, como uma pressão psicológica pode atrapalhar nossas vidas e até mesmo nossa ligação com Deus?
Nada melhor do que consultar o Livro dos livros, Santa Palavra de Deus.
"E Jesus estava em pé diante do governador Pilatos, e este o interrogou, dizendo: És tu o rei dos Judeus? E disse-lhe Jesus: Tu o dizes.
E, sendo acusado pelos principais sacerdotes e pelos anciãos, nada respondeu.
Disse-lhe então Pilatos: Não ouves quantas quantas acusações fazem contra ti?
Jesus não respondeu nenhuma palavra, vindo com isto a admira-se grandemente o governador.
Ora, por ocasião da festa, costumava o governador soltar um preso, escolhendo o povo aquele que quisesse.
E tinham então um preso bem conhecido, chamado Barrabás.
Portanto, estando eles reunidos, disse-lhes Pilatos: Qual quereis que vos solte? Barrabás, ou Jesus, chamado Cristo?
Porque sabia que por inveja haviam entregado Jesus.
E, estando ele assentado no tribunal, sua mulher mandou-lhe dizer: Não entres na questão desse justo, porque num sonho muito sofri por causa dele.
Mas os príncipes dos sacerdotes e os anciãos persuadiram à multidão que pedisse Barrabás e matasse Jesus.
E, de novo perguntou o governador: Qual desses dois quereis vós que eu solte? E eles disseram: Barrabás.
Disse-lhes Pilatos: Que farei então de Jesus, chamado Cristo? Disseram-lhe todos: Seja crucificado.
Pilatos, porém, disse: Mas que mal fez ele? E eles clamavam mais, dizendo: Seja crucificado.
Então Pilatos, vendo que nada conseguia, antes o tumulto crescia, mandando vir água, lavou as mãos diante da multidão, dizendo: Estou inocente do sangue deste justo. Fique o caso convosco.
E, respondendo todo o povo, disse: O seu sangue caia sobre nós e sobre nossos filhos.
Então soltou-lhes Barrabás, e, tendo mandado açoitar a Jesus, entregou-o para ser crucificado."
(Mateus 27:11 ao 26)
Vimos no texto que Pilatos creu em Jesus e na sua inocência, talvez até tenha crido que Ele fazia tais maravilhas mesmo, já que o texto diz que Pilatos viu que os sacerdotes queriam matar Jesus por inveja. Pilatos tentou varias vezes persuadir o povo a soltar Jesus e ainda o chamou de justo perante todo o povo, porém toda a pressão do povo fez com que Pilatos não fosse contra o costume pascoal do império romano e assim deixou que Jesus fosse crucificado. Claro que sabemos que através do sacrifício de Cristo na cruz que hoje podemos ter direito ao perdão de pecados e a salvação de nossas almas, porém a questão aqui é a pressão psicológica e como Pilatos cedeu a ela. O texto é bem claro em mostrar como muitas vezes pressionados tomamos atitudes e decisões erradas mesmo sabendo que estão erradas.
A melhor coisa a se fazer é resistir as pressões e tentar sair de perto por algum tempo de quem o pressionar, ou se não for possível tal afastamento, pelo menos pare de ouvir tal pessoa, tire um tempo para você refletir sozinho e analisar a situação e se possível procure alguém que seja neutro na situação para poder conversar sem tentar te influenciar.
Uma ótima coisa a se fazer é ler a Bíblia e orar, pois com certeza Deus vai ti orientar. lembre-se do texto:
"Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho."
(Salmos 119:105)
(Salmos 119:105)
Procure pensar pelo seus sentimentos mais puros e reais, seus princípios, obedecer a Palavra de Deus e está perto de quem ti entende e não de quem ti pressiona, fazendo assim, confie e persista nos seus ideais e objetivos e tudo dará certo.
E pra você que é cristão não faça como Pilatos não abandone Jesus pela pressão psicológica de familiares, amigos ou vontade pecar, persevere no caminho de Cristo e Ele ti honrará. Igualmente digo para você que está começando ou querendo começar a seguir a Deus, lute, persevere, peça ajuda ao Senhor Jesus e assim tudo dará certo, pois mais vale um dia na casa e nos caminhos de Deus do mil lá fora.
Escrito por Luis Roldan.